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Esporte
29/06/2017 - 15h42
A musa do Futevôlei Rio Janeiro Natalia Guitler, abre o jogo para a Gazeta

Por André


Gazeta: Como surgiu sua paixão pelo Futevôlei?

Natália: Então, a paixão pelo futevôlei começou quando tinha 20 anos. Na época era tenista profissional e morava em Buenos Aires! Nas férias de verão vinha para o Rio de Janeiro, e em um desses verões meu irmão mais velho me levou pra jogar e fiquei encantada. Como já jogava futebol e tinha habilidade, comecei a me arriscar sempre que vinha pro Brasil, e quando parei minha carreira como tenista comecei a levar mais a sério e comecei a treinar e posteriormente competir nos torneios da confederação brasileira de futevôlei CBFV, e desde então sigo no esporte, cada dia mais apaixonada!


Gazeta: Porque escolheu Futevôlei, seu esporte preferido?

Natália: Respondendo a segunda pergunta, eu me encantei pelo esporte assim que pratiquei pela primeira vez, me indefinido, achei um esporte bonito e plástico!


Gazeta: O que faz para manter seu corpo?

Natália: Atualmente na minha melhor fase, tenho o acompanhamento do meu médico endocrinologista Carlos Henrique Morais que mudou muito minha vida e está me deixando cada vez melhor nesse quesito, e na parte física, com treinos de futevôlei, academia e pilates.


Gazeta: Como é a rotina? Qual recado você deixa para mineiros de Patrocínio, que jogam Futevôlei?

Natália: Sou administradora de empresas, mas me desdobro pra levar uma vida regrada de atleta para estar sempre preparada, com os treinos que citei acima e com dedicação e paixão ao esporte! Meu recado é treinar e focar, em todos os sentidos, muita gente diz "não levo jeito" e abandona. Não faça isso, tudo nessa vida é prática, então persista e vá atrás dos objetivos sempre!



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