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Saúde
17/01/2018 - 17h24
Febre Amarela: Secretaria Municipal de Saúde tranquiliza a população

Por ASCOM PMP


Devido aos vários casos de Febre Amarela ocorridos pelo país e divulgados pela imprensa nacional, muitas pessoas têm procurado as unidades de saúde da cidade em busca da vacina contra a doença. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Humberto Donizete Ferreira, o Bebé, não há motivo para preocupações, uma vez que não há casos confirmados, e nem notificados ou suspeitos da doença, seja em humanos ou primatas no Município de Patrocínio.

Na manhã desta terça-feira (16), o secretário, acompanhado da enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Flávia Cristina Silva Bertolace, reuniu a imprensa para tranquilizar a população neste sentido, principalmente pelo fato da campanha de vacinação da Febre Amarela do ano passado ter sido extremamente bem sucedida. Ainda segundo Bebé, no município a vacinação é realizada apenas de rotina para as pessoas que ainda não foram vacinadas.

A enfermeira Flávia Cristina explica que desde abril do ano passado a vacinação contra Febre Amarela é realiza em apenas UMA dose que garante a imunização pela vida toda. Por isso, quem já tomou pelo menos UMA dose da vacina na vida NÃO precisa se revacinar, mesmo que esta dose tenha sido ministrada há mais de 10 anos. Por essa razão Flávia orienta a população que antes de procurar as Unidades para imunização, verifique seu cartão de vacinação e veja se já não tomou a dose da vacina. Ela ainda alerta as pessoas que realmente necessitem da vacina contra febre amarela, bem como de outras para atualização do cartão, que procurem uma das 16 salas de vacina localizadas nas Unidades de Saúde para colocá-lo em dia.

Flávia ainda ressalta que a imunização contra febre-amarela é contra-indicada nas seguintes situações:


- Crianças menores de 9 meses de idade e acima de 60 anos de idade (somente com prescrição médica);

- Pacientes com imunodepressão de qualquer natureza;

- Pacientes infectados pelo HIV com imunossupressão grave;

- Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores);

- Pacientes submetidos a transplante de órgãos;

- Pacientes com imunodeficiência primária;

- Pacientes com neoplasia;

- Indivíduos com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou a outras);

- Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica);

- Gestantes.



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