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Saúde
08/01/2021 - 15h19
Agora são dez as regiões na fase mais restritiva do Minas Consciente
Sul volta para onda vermelha e Noroeste avança para a onda verde do plano do governo
Imagem: Divulgação.

Por SEGOV


O Comitê Extraordinário Covid-19 definiu, nesta quarta-feira (6/1), que a macrorregião Sul retornará para a onda vermelha, fase que permite o funcionamento, de portas abertas, de apenas serviços essenciais, como bancos, farmácias, padarias e supermercados. Segundo os dados apresentados pelo grupo, houve crescimento de 9% na taxa de incidência da doença em todo o estado nos últimos sete dias.

Já a região Noroeste avançará para a onda verde do Minas Consciente, plano criado pelo Governo de Minas para retomada da economia de forma gradual e segura. Nesta etapa está autorizado o funcionamento dos serviços não essenciais com maior risco de contágio, como cinemas e bares com música ao vivo.

Com a nova determinação, 10 das 14 macrorregiões do estado (Centro, Oeste, Jequitinhonha, Leste, Leste do Sul, Nordeste, Vale do Aço, Sudeste, Centro-Sul e Sul) estão na onda vermelha, a mais restritiva do Minas Consciente. As regiões Norte e Triângulo Norte estão na amarela. Já Noroeste e Triângulo Sul ficam na verde.

O vice-governador Paulo Brant pediu cautela para a população neste momento em que os números estão mais alarmantes. “Peço à população que permaneça em casa, se possível, e continue adotando todos os cuidados, como o uso de máscaras e higienização das mãos”, alertou.


Balanço

Até esta quarta-feira (6/1), 662 cidades haviam aderido ao plano Minas Consciente, o que representa 77,6% do estado, totalizando 13,2 milhões de habitantes.  

Nas cidades com menos de 30 mil habitantes, 284 municípios tiveram incidência de 50 casos para 100 mil habitantes. Na semana passada, foram contabilizadas 288 cidades.


Comércio

O Comitê Extraordinário Covid-19 definiu também que, passado o período das festividades de fim do ano, fica suspensa a flexibilização dada ao comércio em localidades inseridas na onda vermelha de funcionar aberto ao público.

No entanto, qualquer atividade que possa ser realizada de forma remota, como ensino a distância, compras para retirada ou em formato delivery, sem fluxo e contato entre clientes, alunos e usuários, não está sendo alvo de qualquer restrição e não compõe qualquer uma das ondas, estando aptas para o consumo da população.

Essa questão também se aplica, por exemplo, aos comércios, para que possam funcionar com portas fechadas ou com restrição de entrada de clientes. Neste sentido, os clientes podem comprar remotamente (whatsapp ou telefone) e retirar os produtos na porta ou mesmo se apresentar na porta dos estabelecimentos, solicitar um produto, recebê-lo e voltar para casa com a compra.

Estão incluídas, também, atividades e eventos na modalidade de drive thru e drive-in, sem limitação de clientes/usuários. Estas diretrizes requerem, no entanto, a aplicação plena dos protocolos, principalmente, no tocante à segurança dos trabalhadores e no controle da área externa dos estabelecimentos.



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